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Mostrando postagens com o rótulo kabbalah

Essa letra é a Zayin (ז).

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No caminho da Árvore da Vida, Zayin desce de Binah (a compreensão profunda) até Tiferet (o coração equilibrado). É o canal vivo que transforma sabedoria em ação generosa. Binah vê o que é justo. Tiferet manifesta essa justiça com beleza. E Zayin é a espada que corta o que deve ser separado para que o fluxo divino nunca pare. Por isso a raiz da Zayin é a mesma de zan (זָן) — alimentar, prover, sustentar. A espada e o pão nascem do mesmo sopro. Cortar e dar são dois movimentos de uma única força sagrada. Tzedakah não é caridade. É justiça. A verdadeira Tzedakah não é “fazer um favor” ao outro. É devolver o que nunca nos pertenceu. O rico que separa 10% ou 20% do lucro não está sendo generoso — está cumprindo um ato de justiça cósmica. Está empunhando a espada da Zayin e cortando o apego ilusório da posse. O Zohar ensina que a dádiva deve ser feita be-zemano — no seu tempo exato. E ze...

A letra Tsade (צ). A Justiça Divina que Faz o Fluxo Circular.

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A letra Tsade (צ) representa o justo que se curva para doar. A palavra Tzedakah (צדקה) não significa caridade. Ela significa justiça . Este é o segredo que poucos compreendem: quando você “dá”, você não está fazendo um favor. Você está devolvendo o que já pertence ao outro. Deus lhe deu algo a mais — um excedente, uma bênção, um lucro — para que você o faça circular. Guardar o excedente é roubar do seu irmão. Devolver o excedente é cumprir a justiça cósmica. Dar por favor não é caridade, é interesse. A estrutura da palavra Tzedakah (צ) Tsade = 90 → Justiça, retidão, o justo que sustenta o mundo. (ד) Dalet = 4 → A porta, o pobre ( delet ), aquele que recebe. (ק) Kuf = 100 → Santidade, o círculo que sobe e desce. (ה) Hei = 5 → A mão de Deus, o sopro divino, a redenção. Soma: 90 + 4 + 100 + 5 = 199 O verdadeiro segredo está na estrutura interna. Tzedakah (צדקה) contém a raiz Tzedek (...

The Esoteric Mystery of the Cat: Doors Between Worlds, from Egypt to Kabbalah.

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In the silent shadows of the night, where light contracts and the veils grow thin, walks the Cat: liminal creature, guardian of secrets, living bridge between the seen and the unseen. Its presence—utterly commonplace, yet profoundly enigmatic—has enthralled the ancient civilizations, from the banks of the Nile to the sacred texts of the people of Israel. Within this veil of mystery, gematria and the midrashim unveil esoteric connections wherein the feline emerges as a symbol of divine equilibrium, modesty, and triumph over primordial chaos. It is no mere beast, but a shem chay—a living Name, an avatar of tikkun for the fallen sparks, the very embodiment of tzimtzum walking on four silent paws. The Hebrew word for “cat” in its masculine form is חתול (chatul), the feminine חתולה (chatula), and the plural חתולים (chatulim). This word appears nowhere in the Written Torah (the Chumash), nor is it mentioned explicitly in the Tanakh. Domestic cats, so ubiquitous in ancient Egypt, remain consp...

All words in all languages have meanings.

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É interessante ver como cada geração encontra suas causas por que lutar, mas nesse caso específico pela luta por igualdade de gênero, como sou cabalista, filósofo, e teólogo, não posso modificar a linguagem por entender que muitas coisas estão em jogo aqui. Explico. Todas as palavras em todos os idiomas possuem significados (ocultos ou explícitos) e todas estão interconectadas e suas interconexões também geram novos significados. Quando você propõe esse tipo de mudança na linguagem como o uso de “they, ellos, eles” em vez de “he, el, ele” (inglês, espanhol, português como exemplos), conhecimento e sabedoria podem ser perdidos, por isso penso que essa luta está equivocada.  Quando dizemos “him” não significa “man”, significa “ser”, ambos sexos. “Ele” vem do hebraico e evoluiu para todos os demais idiomas, por exemplo “El = He” e “le = him” em castellano, se utiliza para referir ao homem, contudo também significa Deus, então quando dizemos “he, him” estamos fazendo referência a nós c...