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Echoes of Pharaoh Ay

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In the shadowed corridors of ancient Egyptian history, Pharaoh Ay—high priest, advisor to Tutankhamun, and brief ruler after the boy king's death—emerges as a enigmatic figure. According to an intriguing fringe theory inspired by researchers like Roger and Messod Sabbah, Ay's name and legacy did not fade with the sands of time. Instead, following the death of Akhenaten around 1336 BCE and the restoration of Egypt's traditional polytheism, monotheistic followers allegedly scattered across the world, embedding "Ay" (or phonetic variants) into place names, divine titles, and cultural traditions. Pharaoh Ay depicted in ancient reliefs, receiving honors during the Amarna period. This narrative builds on the Sabbahs' book Secrets of the Exodus (2004), which posits that the biblical Hebrews were elite Egyptian priests devoted to Akhenaten's singular god, Aten. After a religious backlash, these monotheists fled, carrying their faith northward to Canaan (forming t...

A morte do ego.

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“O homem busca uma dada elevação espiritual desde quando entendeu que é mortal, mas o temor à morte vem de fora para dentro e é esse exoterismo o que aprisiona a alma, logo, seu contrário libertará.”  Detenha-se um minuto à estudar esta afirmação para perceber suas nuances, seus significados mais ocultos. Não é difícil fazer uma retrospectiva das religiões e logo constatar o apelo ao medo da morte. O “elevar-se” para perpetuar-se além da morte, o “cuidar-se” para retardar seu momento de morte, o “destruir seus inimigos” para evitar a sua morte, e não é necessário citar de quais religiões provêm tais desígnios, que não são mais que o alimento do temor à morte. Há religiões que não se alimentam do medo da morte, seus ensinamentos despertam o eu interior, que flui de dentro para fora de cada indivíduo, em um movimento de libertação da alma, que remove a máscara do mundo, para mostrar a Luz da verdade além do visível. Mas não é preciso tornar-se seguidor dessas religiões orientais, fon...

Filosofando com James Low. O Nada é o Tudo e o Tudo é o Nada.

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A "Canção do Cuco da Presença Total" pertence à tradição da escola Nyingma (os antigos). Esta escola é a primeira a ser organizada no Tibete, desde a fundação do mosteiro de Samye. Este texto foi apanhado por um monge tibetano chamado Bagor Vairochana e enviado à Oddiyana, lugar mítico situado no centro da Índia, pelo rei Trisong Detsen para obter os textos dos ensinamentos Dzogchen e traduzi-los ao Tibetano. Em Oddiyana, Vairochana conheceu o professor Shri Singha, o qual lhe ensinou tanto os sutras como os ensinamentos Dzogchen, estes últimos durante a noite, por causa da proibição imposta pelo rei de Oddiyana de transmitir essas práticas aos tibetanos, por serem consideradas secretas. De regresso ao Tibete, escreve e traduz os ensinamentos Dzogchen ao idioma tibetano e os transmite ao rei e a uns quantos outros escolhidos. O texto dos Seis Versos Vajra foi de fato uma das primeiras práticas ensinadas no Tibete. A transmissão Dzogchen, que Bagor Vairochana recebeu de seu me...