Capítulo XI - Somos apenas espíritos de luz!

Tudo preparado para realizar a primeira expedição à garganta da caverna. Lu-Xinzhi disse que com um pouco de sorte não demoraríamos muito em chegar. Era um caminho sinuoso, entre montanhas; impossível acessar em qualquer veículo. Mochilas nas costas e seguimos pela trilha a pé, enfrentando uma caminhada que durou mais de cinco horas. Chuan-Chuan mostrava-se especialmente feliz, afinal aquele momento poderia significar o encontro do elo perdido na evolução humana. Acostumada com as enormes cavernas do Brasil, não poderia afirmar que aquela entrada fosse uma verdadeira garganta. Jordi e Alberto trataram logo de fazer a medição, registrando todos os dados em um computador portátil. «Três metros de largura!» Disse Alberto. Em verdade esse tamanho não era esperado. Miguel surge de dentro da caverna portando algum equipamento de medição, depois de estar metido ali por mais de vinte minutos. — Essa deve ser a única entrada. Não há ventilação e a quantidade de oxigênio está muito abaixo do normal. — Talvez seja necessário levar alguns cilindros, mas não nos preocupemos muito com isso é apenas por precaução. Não queremos ninguém desmaiando ou morrendo asfixiado —Jordi definitivamente assumiu o posto de anjo da guarda da equipe —Seria o ideal. Procurei entrar o máximo possível e o que posso adiantar é que depois de uns cinquenta metros a caverna torna-se muito estreita, com trechos de menos de um metro de largura. — E os fósseis? —todos estão curiosos e Phil faz a pergunta que estava na mente de todos. — Não vi nada ainda. Devem estar mais para dentro. — Os camponeses disseram que entraram mais de quinhentos metros para poder vê-los. Paciência, teremos que ter paciência —Chuan-Chuan deixa suas coisas no chão, pegando seu cantil e tomando um pouco de água. — Muito bem. Vamos seguir ao rancho ali abaixo —Lu-Xinzhi aponta à uma clareira. Stephany deixa suas coisas no chão e parecendo querer descansar, escora-se nos ombros de Andrew, dizendo: — Esta foi a melhor idéia do dia. Acomodemos primeiro e a descansar. Iniciaremos os trabalhos amanhã. — De forma alguma! —Phil parece não acreditar no que ouve—. Ainda temos muito trabalho para fazer. Aproveitemos o resto do dia na organização dos equipamentos. Entraremos amanhã bem cedo. Era um rancho simples, aquecido por uma enorme lareira. Logo reuniram-se para planejar os trabalhos. Durante o planejamento Leona fez questão de estar junto a Chuan-Chuan, procurando aprender o máximo possível. Todos foram dormir em seus respectivos alojamentos. Leona estava muito cansada; procurou colocar-se cômoda, deitando de barriga para cima e fixando a vista em pequenos escritos chineses pintados no teto de madeira. Seus olhos, cansados; tornando-se pesados a cada minuto que passava. Ela dorme. Um sono profundo acompanhado de almas e lobos. Seu corpo parecendo flutuar sobre intermináveis nevoas, acompanhada por uma linda e majestosa águia das montanhas. Agora posso sentir seu vôo! Sinto a brisa em minha face e fico feliz, Por saber que logo desvendarei os mistérios, De um olhar de rapina. Sinto-me caindo; Os espíritos em vultos. A águia chama-me! Richard! Agora sei o que há depois das dunas. Vamos uivar, Porque somos Lobos. Que reinem os Lobos, Porque onde estamos somos muitos. Onde está você? Voe! Conduz a minha metade lobo, Porque aqui o sábio é você! Voe em silêncio; Guardião dos Destinos. Entre dunas; Pairando leve pelo périplo sombrio. Certo de que do outro lado não há um vazio. Voando bem alto, Portador dos Destinos, Venha mostrar meu caminho. Leona voa bem alto, sentindo-se como uma águia. Parece estar em um sonho real. Há uma brisa fresca massageando sua face e aquele sentimento de realidade seguindo sua alma. Sobrevoando o rancho Leona percebe uma pequena vila chinesa logo abaixo, contudo não recordava haver visto nada igual, perto do rancho de madeira cedido pelos camponeses. Sua vista parece embaçada e ao seu redor está tudo envolto por névoas. A águia das montanhas voa transcendente ao seu lado e como se estivesse enfeitiçada começa a falar utilizando uma voz sedutora e mágica. — Eu sou Águia das Montanhas e vôo contigo para contar-lhe uma história —ela olha para baixo e vê a vila sendo destruída por guerreiros. Leona vê a si mesma lutando contra os guerreiros. E pela primeira vez ela vê o espírito de sua adaga de vidro lutando consigo, segurando sua espada como se quisesse ajudá-la. Leona emociona-se, vociferando um grito longo; e chorando: — Não! — O passado não pode ser modificado, Leona —a águia volta a falar. —Este massacre foi apenas uma história esquecida, ocorrida há mil e quinhentos anos. Eles formavam parte da primeira tribo de Lobos chineses e caberá a você o trabalho de guardar sua história. Águia das Montanhas transforma-se em um raio de luz, lançando centelhas que dispersam-se no ar. Sua energia atravessa o corpo de Leona e logo desaparece não deixando rastro. Uma voz derradeira dissipando-se entre nuvens: — Devo ir-me, Leona! Devo retornar à dimensões menos densas —e concluiu—. Lembre-se que os guerreiros esperam por uma Ponte para o Passado. Enquanto isso, em Paris... Sombra de Sepultura caminha apressado; a cidade continua linda. Aproxima-se a um interfone, pressionando-o e demonstrando impaciência. Logo alguém o contesta, responde seco e a porta abre-se. Sombra entra no velho prédio, batendo a porta com força. — Conseguiu algo? Não me diga que não, porque nosso tempo está esgotando-se —deixa transcender o ódio que antes controlava. — Sombra, eu descobri que os assassinatos ocorridos em noites de lua cheia não têm ligação nenhuma com Greg Raio de Fogo. E o assassinato da Loba Mellan Yeux de la Lune, que vivia perto do esconderijo de Greg, foi totalmente planejado e executado pelos bastardos seguidores de Jukes Montanha de Fogo, em outra tentativa de complicar a vida de Raio de Fogo. — Eu sabia! —fecha os punhos expressando vitória. — Lamento profundamente a morte de Yeux de la Lune, eu sei que ela era sua grande amiga e poderosa aliada contra as forças da Destruição. — Obrigado, amigo! A morte de Mellan é algo que produz uma extrema sensação de impotência dentro de meu coração —abaixa a cabeça em sinal de resignação. — Conheci a Mellan pouco depois da morte de minha esposa Brenda. Ela foi uma amiga maravilhosa. Trouxe-me para Paris e soube consolar-me em meu pior momento de perda. Foi ela quem levou-me ao reencontro com Richard em Londres. Foi um momento inesquecível. Lástima que sua vida tenha que acabar de uma forma tão injusta. — Sinto muitíssimo! — Isso é tudo? — Ainda não é tudo —olhos nos olhos—. Foram os capangas de Montanha de Fogo! Desde quando Greg fugiu à Paris, o rei Jukes ordenou que preparassem armadilhas para que jamais retornasse ao reino da Bavária. E tem mais! —apontou o dedo à Sombra de Sepultura—. Tudo não passa de uma grande conspiração planejada pelo maquiavélico rei Jukes Montanha de Fogo. Uma sórdida trama pelo poder, onde o próximo passo será assassinar o rei da Bavária. — Lacaio, maldito! —Sombra está fora de controle—. Deveria arrancar os olhos daquele bastardo! O elegante senhor, amigo de Sombra de Sepultura, segura em seus ombros e diz com franqueza: — Creio que terá que adiar seu encontro com o espírito da Terra. O único entre nós que pode encontrar Leona e levá-la à Bavária para inocentar a Greg Raio de Fogo é você. — Mas eu não sei onde está a Águia das Montanhas! Ele é o único que poderia chegar ao nível de energia de Leona. Ele é o Guardião dos Destinos! — Sombra de Sepultura! Não é este seu nome? —tenta mostrar que ele também é poderoso. — Tenho consciência do peso deste nome —fica parado olhando o chão, pensativo, apoiado em sua bengala—. Bunlop, você tem toda razão. Mas antes preciso encontrar uma pessoa. Seu corpo começa a reluzir-se e a emanar uma intensa energia. Ele continua ainda imóvel, escorado em sua bengala, enquanto transforma-se em um corpo celeste; parece um sol. — Como é grande o seu poder! —disse Bunlop maravilhado. — Somos espíritos de luz, Bunlop! —Sombra olha para Bunlop expressando uma face serena e límpida—. Somos apenas espíritos de luz! Seu corpo transforma-se em um ponto de luz, pairando no ar e desaparecendo no vazio; um movimento rápido a deixar um rastro de centelhas na sala. O Templo do Totem Prateado está diante dos dois. Sombra de Sepultura e John, ambos completamente em silêncio, abraçam um ao outro; John em sinal de respeito e Sombra demonstrando gratidão: — Chegou o momento! — Eu sei! — Sinto-me preparado para receber o que está guardado para mim. John pegou um pergaminho em sua escrivaninha e com uma caneta tinteiro foi logo escrevendo com letras grandes «SOMBRA DE SEPULTURA». Passou o velho papel por baixo do portal e afastou-se como de costume. Seu amigo permanecia parado, calado diante do templo do totem de sua tribo, esperando algo que mesmo ele não saberia dizer o que era. Não demorou muito e as portas se abriram. Talvez seja algo indescritível, algo como um redemoinho de névoas fluorescentes em cor azul pastel. Girava lento, mesclando-se nos tons, às vezes deixando brilhar tímidas centelhas de luz. Estava estacionário, ainda dentro do templo, parecendo olhar para Sombra de Sepultura; mas não tinha olhos. Era pura energia. Sepultura estava diante de algo verdadeiramente impressionante. Permanecia de olhos fechados, apenas sentindo tal energia. Dava ares de estar em êxtase; mui espiritual. Sua capa negra bailava como se estivesse sendo soprada pelo vento, mas era apenas aquela energia que circulava em todo o ambiente, lentamente acercando-se a um espírito evolucionado. John permanece distante, hipnotizado pela energia que agora envolve o corpo de Sombra de Sepultura, suspendendo-o no ar. — John, você sabe quem são eles? — Não. — Eles são Celestinos. E estão convidando-me para juntar-me a eles. — Mas... — John! —sua voz estava branda e nitidamente desprovida de ego—. John, você acredita que já não preciso mais deste corpo? —seu corpo pairando no ar e sua face deixando sair um inocente sorriso de criança. — Eu sei! —sua voz também calma. Seu corpo perde densidade e desaparece desprendendo centelhas; a energia deixa John completamente extasiado. Sombra de Sepultura funde-se com a energia e desaparece, deixando palavras simples: — John! —sussurrando—. Somos apenas espíritos de luz. — Eu sei, Sombra! Eu sei. Montanha de Fogo prepara outro plano sórdido... Era um ambiente frio e úmido; paredes de pedras escuras, iluminadas por tochas em chamas azuis. Em um trono corpulento, exageradamente vertical e confeccionado com harmoniosa combinação em ouro e prata, meditava um rei eclipsado. Ao seu lado, repousando de olhos abertos, um peludo lobo que mais parecia um cão siberiano, observava a mão de Montanha de Fogo parada adiante de seu focinho. Unhas longas e onduladas, dedos calejados e pêlos grossos; lindo anel de prata, exibindo uma grande e azulada pedra preciosa. Adiante do rei dos Lobos da Turquia, de repugnante aparência, dois Lobos deformados escutavam as ordens de seu rei. Montanha de Fogo estava vestido com uma longa capa negra, contrastando com sua pele pálida e seus olhos vermelhos. Permaneceu sentado, aparentemente relaxado, acariciando seu lobo uma e outra vez, ao mesmo tempo em que transmitia suas ordens aos lacaios ali presentes. — Encontrem essa maldita Leona! Ela deve morrer antes que consiga encontrar a Tumba dos Zhoukoudians. Esperem por ela o tempo que for necessário. Cedo ou tarde vocês terão uma oportunidade para matá-la. Os lacaios perceberam o gesto que o rei fez com a mão, acenando para que eles fossem embora. Saudaram com reverência, tratando de saírem do salão sem dar as costas para Montanha de Fogo. Desapareceram entre a penumbra do lugar, deixando apenas o lobo e o rei. Em China... Surge a manhã trazendo consigo o bom tempo. Leona foi a primeira da casa a despertar e foi logo saindo para dar um passeio pela exuberante região. O motorista do ônibus estava na cozinha e de longe a cumprimentou, oferecendo a ela um chá chinês irrecusável. — Bom dia, senhorita! Não há nada melhor que um chá para começar o dia. Prepararei uma xícara para que aprecie o sabor de um verdadeiro chá oriental —era um senhor simpático. — Bom dia! Não sabia que você falava minha língua. Claro que aceito seu convite, mesmo porque, estou acostumada a tomar chá, e especialmente adoro o de jasmim; sem açúcar. — Vejo que a senhorita conhece minha cultura. Estou encantado! —risos. Leona tomou o chá de jasmim e tratou de dar seu passeio matinal, adentrando por entre árvores úmidas. Caminhou por algum tempo, relembrando aquele estranho sonho repleto de realidade. Até reconheceu alguns montes na floresta, absolutamente idênticos aos que vira quando voava em seus sonhos. Havia uma imensa rocha no topo e a única diferença era que estava mais desgastava. Leona subiu o monte e tocou na rocha fria. Quase sem querer apalpou uma viscosa e ondulada superfície que era nada menos que um esqueleto humano cravado na rocha. Parecia muito velho, entre arbustos e a neve, estando expostas apenas algumas vértebras, camufladas por manterem uma coloração cinzenta como a das rochas. Leona procurou não tocar para evitar que se rompera, parecia bastante debilitado pela ação do tempo. Falava para si mesma: — Impressionante! Estes ossos devem ter mais de dois mil anos. — Estávamos esperando que viesse por estas bandas, Leona. —voz mesquinha e asquerosa. — Tínhamos a certeza de que se esperássemos você aqui por algum tempo, cedo ou tarde nossa caça apareceria. — Mas de que esgoto vocês saíram? —estava enojada. Asquerosos e fedendo à podre, misto entre hienas e ratos, infectados por algum tipo de carniça que grudava por todo o pêlo, não poderiam ser Lobos, mas infelizmente eram. Seus dentes, nitidamente apodrecidos, apesar de longos e pontiagudos não amedrontavam Leona. Aproximaram-se sedentos, de corpo curvado; garras retorcidas como galhos secos. Leona dá alguns passos para trás, expressando mais vontade de vomitar do que correr. Exalavam um odor insuportável. — Não tente fugir, filhote perdido. Vamos fazer um trabalho rápido e limpo. —gargalhadas seguidas de pigarro. — Não tenho medo! Devo advertir que se não partirem agora, serei obrigada a atacar. Os dois quase morrem de rir ao ouvir Leona ameaçando-os. — Você está dificultando as coisas para Montanha de Fogo. Por isso morrerá! — Como é? Um deles fica extremamente furioso e muda forma, transformando-se em um gigantesco e aterrorizante monstro negro. Longas e abomináveis garras vindo em direção ao rosto de Leona. — Agora morra! —ouve-se mais rosnados que palavras. Leona saca a espada e pela primeira vez sua calça jeans não se rasga com o ato. Ela mesma surpreende-se ao vê-la atravessando sua roupa. Gira seu corpo cortando-lhe o braço. Ao mesmo tempo o outro metamorfo arma um bote certeiro para liquidar a luta, portando uma horripilante adaga de dentes. Esquivar daquele golpe era praticamente impossível. Leona já imaginava sua cabeça rolando ao chão, mas algo inesperado ainda estava por vir. Adaga aparando outra adaga, adaga partindo um corpo ao meio; eram dois. Coração de Lobo apara o golpe do adjeto, ajudado por Lixo Selvagem que fulminante executa um ataque mortal. O Lobo vê seu corpo dividido ao meio e sangra caindo ao chão, exalando forte odor. Mesmo estando com apenas um braço ainda tenta reagir, mas Leona termina seu ataque abrindo um corte em sua perna e rodopia a espada para arrancar sua cabeça. — Não! —Coração de Lobo grita feroz, aparando o golpe de Leona com sua adaga. — O que são vocês? O que querem de mim? — No espelho vejo as dunas, mas não me vejo! —Coração de Lobo tenta fazer com que entenda. — Maldito! Onde está meu irmão? —ameaça atacar com sua espada. — Seguramente morto! —o monstro tenta impressionar, caído de joelhos e sangrando muito. — Cala essa sua boca imunda! —Lixo Selvagem avança sobre ele, rasgando sua face com suas garras pontiagudas—. Bastardo! —com o golpe ele cai em vertigens; seu corpo rolando na neve. — Não sei onde está Richard. Mas isso não importa agora. Somos filhos de índios da Selva Amazônica. Estamos aqui porque fomos escolhidos para fazer seu prelúdio. — Do que você está falando? Como sabe sobre a frase de meu irmão? — Leona, escute-me! Essa não é a frase de Richard. Essa é a frase que o pai de Richard ensinou a ele —Leona faz cara de espanto—. Steven Brid, seu pai. Você terá a oportunidade de conhecer toda a história, mas primeiro nós precisamos resolver outro assunto pendente. Os dois passaram alguns minutos interrogando o maldito, mas este se negava a falar. Em um determinado momento da conversa Lixo Selvagem perde a paciência, matando o enviado de Montanha de Fogo com um golpe de adaga. — Precisamos encontrar a tumba o mais rápido possível. —Lixo Selvagem está irado. — Isso é certo! Leona, você precisa ser iniciada o quanto antes melhor. — Eu estou muito confusa. Afinal o que vocês querem de mim? — Será que você não percebe que um humano não poderia ter uma adaga como a sua enfiada na perna? Você acha que atravessar o espelho é algo plausível para um humano insignificante? — Em verdade ultimamente estou questionando muito isso. — Claro que não é normal, Leona! —olhos nos olhos—. Você é um Lobo! —põe-se pasma—. E nosso destino é ajudá-la a alcançar o seu. — Como vou saber se não estão tramando algo? —Leona encara tudo com normalidade, já imaginando a possibilidade de ser sobrenatural. — Por que você não dá uma olhada em nossos pescoços? —mostram seus colares de prata, com o desenho de uma lua cheia em relevo—. Tenho certeza de que você sabe quem fabricava colares iguais a este. — Sim, meu pai. Este é o símbolo da família Brid. Havia emprestado meu colar para Richard, bem no dia em que ele desapareceu. — Não temos tempo para estar aqui conversando o dia todo. Os Lobos não estão todos do seu lado, muito pelo contrário, neste momento há um montão deles vindo buscá-la e querem vê-la morta —Lixo Selvagem demonstra mais tranquilidade em sua voz. — Fomos eleitos seus protetores e não vamos deixá-la solitária até que consigamos levá-la à Tumba Sagrada dos Zhoukoudians. Leona senta-se em uma pedra e deixa sua espada ser absorvida por seu corpo. — O que há nesta tumba? — Não sabemos. Apenas sabemos que você precisa entrar ali. — Esse lugar não seria uma caverna cheia de fósseis humanos parecidos com cachorros? — Exatamente isso! —espanta-se com a informação—. Você sabe onde está? — Claro! Sigam-me!

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