Pela estrita observância da dignidade humana.






LANGUAGES: PORTUGUESE, SPANISH AND ENGLISH

Português:

PROIBIDO tratamento diferenciado, constrangedor ou discriminatório de qualquer espécie a qualquer pessoa que recusar vacina contra a Covid-19, na forma que menciona e dá outras providências. 
Faço saber que fica estabelecida a obrigatoriedade da observância da dignidade humana, dos direitos humanos, do princípio constitucional da legalidade e respeito às liberdades fundamentais individuais das pessoas, sendo estes o direito à vida, à inviolabilidade da intimidade e do próprio corpo, assim como o de ir e vir e de permanecer. 
De acordo com a Resolução da Diretoria Colegiada - RDC n° 475 de 10 de março de 2021 da ANVISA (BRASIL), que declara o caráter emergencial e experimental de todas as vacinas disponibilizadas em nosso país, fica garantido, em todo o território o disposto: 
I - no artigo 1° do Código de Nuremberg, de 1947, especialmente, que pessoas devem exercer o livre direito de escolha sem qualquer intervenção de elementos de força, fraude, mentira, coação, astúcia ou outra forma de restrição posterior; 
II - na Declaração de Helsinki II de 1975, item 9, que defende o “livre consentimento do indivíduo” em qualquer experimento; 
III - na Declaração Universal dos Direitos Humanos, artigos 6°, 7°, 8° e 13 acerca do reconhecimento como pessoa, igualdade, direito à locomoção dentro e para fora de seu país; 
IV - Declaração Universal de Bioética e Direitos Humanos da UNESCO em seu artigo 6° alíneas “a” e “b”; 
V - na Declaração Bioética de Dijon em seu artigo 11; 
VI - na Convenção de Oviedo, de 1997, para Proteção dos Direitos do Homem e da Dignidade do Ser Humano face às Aplicações da Biologia e da Medicina, Capítulo II, artigo 5°; e 
VII - no Código de Ética Médica, capítulo IV, sobre DIREITOS HUMANOS, artigos 22 e 26, que garantem consentimento informado em qualquer intervenção (mesmo para fármacos que não estão em caráter experimental), e artigo 31. Art. 2° 
Ficam proibidos a discriminação e o tratamento diferenciado ou constrangedor de qualquer natureza a qualquer pessoa que, fazendo uso das liberdades individuais, aja para garantir a preservação da sua integridade física, moral ou intelectual. 
Ninguém será submetido a constrangimento ou tratamento diferenciado por fazer uso da sua liberdade de consciência em casos de recusa a fármacos.
Ficam vedadas quaisquer sanções administrativas aos servidores e agentes públicos, bem como a qualquer trabalhador do setor privado que se recusar a tomar a vacina contra a Covid-19, sendo vedada a discriminação, vexação, humilhação, coação ou perseguição contra aquele servidor ou trabalhador. 
A vedação à qual se refere o caput deste artigo estender-se-á a servidores públicos efetivos, comissionados ou temporários, de atividades essenciais ou não essenciais, lotados em órgãos da administração pública direta ou indireta, empresas públicas ou mistas, agências reguladoras, representações, entidades ou instituições públicas, bem como os terceirizados, contratados e todos os prestadores de serviço. 
Nenhum gestor ou superior hierárquico poderá exigir de seus subordinados comprovante de vacinação contra a Covid-19 no âmbito da Administração Pública Estadual e na iniciativa privada. 
Nenhuma pessoa será impedida de acessar, permanecer e frequentar qualquer local, seja público ou privado, em decorrência do exercício do seu direito de escolha de não tomar vacina contra a Covid-19, sendo garantido seu direito de ir e vir e permanecer em integralidade quando comparado aos que optaram por tomar a vacina. 
Fica proibida a implementação ou a exigência de passaporte sanitário, físico, digital ou eletrônico. 

Castellano:

PROHIBIDO el trato diferenciado, vergonzoso o discriminatorio de cualquier tipo a toda persona que se niegue a vacunarse contra Covid-19, en la forma mencionada y otras medidas.

Doy a conocer que se establece la obligación de observar la dignidad de la persona humana, los derechos humanos, el principio constitucional de legalidad y el respeto a las libertades individuales fundamentales de las personas, siendo estas el derecho a la vida, a la inviolabilidad de la intimidad y del cuerpo. en sí mismo, así como ir y venir y quedarse.

De acuerdo con la Resolución del Consejo Colegiado - RDC No. 475 de 10 de marzo de 2021 de ANVISA (BRASIL), que declara el carácter de emergencia y experimental de todas las vacunas que se ponen a disposición en nuestro país, las disposiciones están garantizadas en todo el territorio.

I - en el artículo 1 del Código de Nuremberg, de 1947, especialmente, que las personas deben ejercer el libre derecho de elección sin ninguna intervención de elementos de fuerza, fraude, mentira, coacción, astucia o cualquier otra forma de restricción posterior;

II - en la Declaración de Helsinki II de 1975, ítem 9, que defiende el “libre consentimiento del individuo” en cualquier experimento;

III - en la Declaración Universal de Derechos Humanos, artículos 6, 7, 8 y 13 sobre el reconocimiento como persona, la igualdad, el derecho a la circulación dentro y fuera de su país;

IV - Declaración Universal de Bioética y Derechos Humanos de la UNESCO en su artículo 6, puntos “a” y “b”;

V - en la Declaración de Bioética de Dijon en su artículo 11;

VI - en el Convenio de Oviedo de 1997 para la Protección de los Derechos Humanos y la Dignidad Humana frente a las Aplicaciones de la Biología y la Medicina, Capítulo II, artículo 5; y

VII - en el Código de Ética Médica, capítulo IV, de DERECHOS HUMANOS, artículos 22 y 26, que garantizan el consentimiento informado en cualquier intervención (incluso para medicamentos que no sean experimentales), y el artículo 31. Art.

Se prohíbe la discriminación y el trato diferencial o vergonzoso de cualquier naturaleza a toda persona que, haciendo uso de las libertades individuales, actúe para asegurar la preservación de su integridad física, moral o intelectual.

Nadie será sometido a vergüenza o trato diferenciado por hacer uso de su libertad de conciencia en casos de rechazo a las drogas.

Se prohíbe cualquier sanción administrativa a servidores y agentes públicos, así como a cualquier trabajador del sector privado que se niegue a vacunarse contra el Covid-19, y se prohíbe la discriminación, vergüenza, humillación, coacción o persecución contra dicho servidor o trabajador público.

La prohibición a que se refiere el caput de este artículo se extenderá a los servidores públicos efectivos, comisionados o temporales, de actividades esenciales o no esenciales, colocados en órganos de la administración pública directa o indirecta, empresas públicas o mixtas, organismos reguladores, representaciones, entidades públicas. o instituciones, así como subcontratistas, contratistas y todos los proveedores de servicios.

Ningún gerente o superior jerárquico podrá exigir a sus subordinados prueba de vacunación contra Covid-19 dentro de la Administración Pública del Estado y en el sector privado.

A ninguna persona se le impedirá acceder, permanecer y asistir a cualquier lugar, ya sea público o privado, como resultado de ejercer su derecho a optar por no vacunarse contra Covid-19, y su derecho a ir y venir y permanecer en pleno cuando en comparación con los que optaron por vacunarse.

Se prohíbe la implementación o exigencia de pasaporte sanitario, físico, digital o electrónico.

 

English:

PROHIBITED differentiated, embarrassing or discriminatory treatment of any kind to any person who refuses vaccination against Covid-19, in the form mentioned and other measures.

I make it known that the obligation to observe the dignity of the human person, human rights, the constitutional principle of legality and respect for individual fundamental freedoms of people is established, these being the right to life, to the inviolability of intimacy and the body itself, thus like coming and going and staying.

According to the Resolution of the Collegiate Board - RDC No. 475 of March 10, 2021 of ANVISA (BRASIL), which declares the emergency and experimental nature of all vaccines made available in our country, the provisions are guaranteed throughout the territory. :

I - in Article 1 of the Nuremberg Code, of 1947, especially, that people must exercise the free right of choice without any intervention of elements of force, fraud, lying, coercion, cunning or any other form of subsequent restriction;

II - in the Declaration of Helsinki II of 1975, item 9, which defends the “free consent of the individual” in any experiment;

III - in the Universal Declaration of Human Rights, articles 6, 7, 8 and 13 about recognition as a person, equality, right to movement within and outside their country;

IV - UNESCO's Universal Declaration of Bioethics and Human Rights in its article 6, items “a” and “b”;

V - in the Bioethics Declaration of Dijon in its article 11;

VI - in the 1997 Oviedo Convention for the Protection of Human Rights and Human Dignity in the face of Applications of Biology and Medicine, Chapter II, article 5; and

VII - in the Code of Medical Ethics, chapter IV, on HUMAN RIGHTS, articles 22 and 26, which guarantee informed consent in any intervention (even for drugs that are not experimental), and article 31. Art.

Discrimination and differential or embarrassing treatment of any nature to any person who, making use of individual freedoms, acts to ensure the preservation of their physical, moral or intellectual integrity is prohibited.

No one will be subjected to embarrassment or differentiated treatment for making use of their freedom of conscience in cases of drug refusal.

Any administrative sanctions against public servants and agents are prohibited, as well as any worker in the private sector who refuses to take the vaccine against Covid-19, and discrimination, embarrassment, humiliation, coercion or persecution against that public servant or worker is prohibited.

The prohibition referred to in the caput of this article shall extend to effective, commissioned or temporary public servants, of essential or non-essential activities, placed in direct or indirect public administration bodies, public or mixed companies, regulatory agencies, representations , public entities or institutions, as well as outsourced, contractors and all service providers.

No manager or hierarchical superior may require from their subordinates proof of vaccination against Covid-19 within the State Public Administration and in the private sector.

No person will be prevented from accessing, staying and attending any place, whether public or private, as a result of exercising their right to choose not to take a vaccine against Covid-19, and their right to come and go and remain in full when compared to those who chose to take the vaccine.

The implementation or requirement of a sanitary, physical, digital or electronic passport is prohibited.

human rights




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Translated.
© Lúcio José Patrocínio Filho.

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