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Filosofando com Manly Palmer Hall... a magia das cores.

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Filosofando com Manly Palmer Hall.. . a magia das cores. Por Lúcio José Patrocínio Filho:. De acordo com Manly Palmer Hall: «   Magia cinza é a perversão inconsciente ou subconsciente do poder. «   Magia amarela é o fracasso em aprender como prevenir a perversão do poder. «   Magia negra é o uso de poderes espirituais para satisfazer inclinações animais ou egoístas. «   Magia branca é o uso correto, objetivo e consciente dos poderes espirituais. Hall afirmou que:  "Todos os homens pertencem a uma dessas quatro classes de magia, e é importante que cada um se analise e tente ver em qual está. Não há nada mais sutil  no universo  do que as forças das falsas trevas. Devemos examinar e monitorar constantemente nossas vidas diárias, porque ninguém está em um lugar seguro. Quanto maior o poder e a luz disponíveis, maiores são as tentações de abusar deles ou de usá-los para fins egoístas. Deve-se saber também que quanto maior o...

Sou geburah.

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Quando me pergunto quem sou, onde estou e para onde vou, sempre visualizo a árvore da vida da cabalah, e logo posiciono-me na esfera da geburah. Geburah é severidade, é aquele que está na escuridão, mas atua como buscador da Luz. Insaciáveis são aqueles que se encontram ali, sempre esfomeados por conhecimento, ao mesmo tempo em que vociferam palavras de sabedoria e vomitam teologia a todo aquele que lhes molesta o espírito. Tal e como geburah, preciso estar sob o influxo da Luz, amparado, alimentado, saciado, cuidado como uma delicada flor de girassol, a qual sempre busca pela luz, por isso geburah está abaixo da binah, o lugar mais próximo ao espelho do Elevado, um lugar que ao mesmo tempo em que é trevas, recebe da forma mais direta, os raios da energia divina. Para entender quem sou, basta com entender quem não sou, e meu contrário é chesed, a caridosa doadora de Luz, aquela que não precisa ser amparada, aquela que ainda que esteja no abaixo, é capaz de doar toda sua Luz, desprenden...

O Livro dos Mortos e a Justiça Divina.

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O Livro dos Mortos e a Justiça Divina. Por Lúcio José Patrocínio Filho:. No Templo dos mais altos graus daquela discreta Ordem das Ordens milenares, no décimo terceiro grau definitivamente Templário e trigésimo primeiro grau Antigo e Aceito e único grau da sétima classe de Dalchó[1], Tribunal da Ordem, de profunda ritualística iniciática, grau dos graus esotéricos, ao brindar a oportunidade de alcançar uma dada elevação consciencial e espiritual, por sua ligação com os ritos egípcios descritos no Livro dos Mortos, algo como uma recompensa à vontade do Cavaleiro Sagrado, de manter-se no caminho da Lei Universal, o caminho da evolução descrito por Bongard[2], Templo da guematria[3] esotérica dos números nove e dez, em representação ao Triplo Triângulo e à Tetractys[4] dos pitagóricos; nove ou dez Grandes Inspetores Comendadores deveriam estar reunidos para julgar um mal adepto, o qual se auto intitulava juiz, filósofo e desconhecido. Entretanto, dado que ...

Estudo esotérico.

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Estudo esotérico. Por Lúcio José Patrocínio Filho:. Um sol [1] amarelo e perdido numa galáxia qualquer. Um Oriente [2] , que se permite iluminar com a chegada dos primeiros raios solares, a empurrar a escuridão do mundo com seus esplêndidos e fugazes lampejos dourados [3] , atravessando a atmosfera, projetando labaredas ao colidir com as nuvens, fundindo seus tons dourados com o azul celestial; era uma manhã qualquer, na ilha grega de Samos [4] – uma cena épica –, refletida nos olhos dos amantes da sabedoria. Estes, vestidos com batas brancas, contemplavam o arrebol, tocando suaves liras de harmoniosas melodias. Tudo no Universo vibra [5] ; razão pela qual estamos todos conectados. ¡A música é vibração! E essa é a razão que nos faz vibrar a alma. Os pitagóricos sabiam disso; e com suas liras ampliavam o estado vibracional do corpo e da alma, para alcançar um dado estado de redenção espiritual. Tudo no Universo vibra;  razão pela qual estamos todos...