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O Livro dos Mortos e a Justiça Divina.

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O Livro dos Mortos e a Justiça Divina. Por Lúcio José Patrocínio Filho:. No Templo dos mais altos graus daquela discreta Ordem das Ordens milenares, no décimo terceiro grau definitivamente Templário e trigésimo primeiro grau Antigo e Aceito e único grau da sétima classe de Dalchó[1], Tribunal da Ordem, de profunda ritualística iniciática, grau dos graus esotéricos, ao brindar a oportunidade de alcançar uma dada elevação consciencial e espiritual, por sua ligação com os ritos egípcios descritos no Livro dos Mortos, algo como uma recompensa à vontade do Cavaleiro Sagrado, de manter-se no caminho da Lei Universal, o caminho da evolução descrito por Bongard[2], Templo da guematria[3] esotérica dos números nove e dez, em representação ao Triplo Triângulo e à Tetractys[4] dos pitagóricos; nove ou dez Grandes Inspetores Comendadores deveriam estar reunidos para julgar um mal adepto, o qual se auto intitulava juiz, filósofo e desconhecido. Entretanto, dado que ...

Viagem ao Farol de Alexandria.

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Viagem ao Farol de Alexandria. Por Lúcio José Patrocínio Filho:. Houve um homem de sublime grandeza, que com vontade, heroísmo, honra e genialidade, percebeu o que seria necessário fazer para transformar o Mundo Antigo. E assim realizou grandes obras. Tal e como seu pai, foi iniciado nos Mistérios de Samotrácia e sua devoção à esses mistérios contribuiu em suas conquistas pelo mundo helenístico. Quiçá por este motivo nunca tenha experimentado derrota alguma. Mostrou-se mais iniciado de Orfeu que aprendiz de Aristóteles. Quiçá encontrara a paz de sua alma sob o som telúrico da lira de Orfeu, mais que na filosofia do mestre grego. Sua grandeza pôde ser observada em sua tolerância para com o cinismo de Diógenes de Sínope - aquele que fora pupilo do fundador do cinismo, Antístenes de Atenas e discípulo do próprio Sócrates. Considerado o Aquiles da Macedônia, revolucionou o mundo, desde o Egito até a Índia, não com os métodos dos Césares, mas sim com a recon...

Estudo esotérico.

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Estudo esotérico. Por Lúcio José Patrocínio Filho:. Um sol [1] amarelo e perdido numa galáxia qualquer. Um Oriente [2] , que se permite iluminar com a chegada dos primeiros raios solares, a empurrar a escuridão do mundo com seus esplêndidos e fugazes lampejos dourados [3] , atravessando a atmosfera, projetando labaredas ao colidir com as nuvens, fundindo seus tons dourados com o azul celestial; era uma manhã qualquer, na ilha grega de Samos [4] – uma cena épica –, refletida nos olhos dos amantes da sabedoria. Estes, vestidos com batas brancas, contemplavam o arrebol, tocando suaves liras de harmoniosas melodias. Tudo no Universo vibra [5] ; razão pela qual estamos todos conectados. ¡A música é vibração! E essa é a razão que nos faz vibrar a alma. Os pitagóricos sabiam disso; e com suas liras ampliavam o estado vibracional do corpo e da alma, para alcançar um dado estado de redenção espiritual. Tudo no Universo vibra;  razão pela qual estamos todos...