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A letra Tsade (צ). A Justiça Divina que Faz o Fluxo Circular.

A letra Tsade (צ) representa o justo que se curva para doar. A palavra Tzedakah (צדקה) não significa caridade. Ela significa justiça. Este é o segredo que poucos compreendem: quando você “dá”, você não está fazendo um favor. Você está devolvendo o que já pertence ao outro. Deus lhe deu algo a mais — um excedente, uma bênção, um lucro —para que você o faça circular. Guardar o excedente é roubar do seu irmão. Devolver o excedente é cumprir a justiça cósmica. Dar por favor não é caridade, é interesse. A própria palavra revela o mecanismo divino: (צ) (Tsade) = 90: Justiça, retidão, o justo que sustenta o mundo.  (ד) (Dalet) = 4: A porta, o pobre ( delet ), aquele que recebe.  (ק) (Kuf) = 100: Santidade, o círculo que sobe e desce.  (ה) (Hei) = 5: A mão de Deus. O sopro divino, a redenção, o Nome que multiplica. Soma: 90 + 4 + 100 + 5 = 199. Mas o verdadeiro segredo está na estrutura interna. Tzedakah (צדקה) contém a raiz (צדק) ( Tzedek = Justiça), cujo valor é 194 = 14 = 5...

Filosofando com Alice Bailey... Os doze Trabalhos de Hércules. A Captura das Éguas Devoradoras de Homens de Diomedes..

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É senso comum, especialmente no meio religioso, interpretar o sendeiro como um caminho de sofrimento, misérias, abnegações e sacrifícios inacabáveis, afinal, o que me foi contado é que para alcançar uma dada glória espiritual, o caminho deve ser de puro sofrimento. Mas esse não é mais que um caminho, o caminho do raio, aquele no qual o aspirante navega sem rumo, pelos sendeiros da Árvore da Vida, em movimento abrupto e desgovernado, ora da direita para a esquerda, ora de bombordo a estibordo, ora avança e ora retrocede, ora levanta e ora cai, de extremo a extremo, envergando-se pela escuridão de uma noite que é só minha, sem uma lanterna na proa, tal e como o balanço do mastro de um veleiro sob a tempestade e sobre as ondas, sem lucidez alguma e sem o conhecimento das coisas da alma. A espada flamejante simboliza claramente esse movimento típico de um aprendiz de feiticeiro, com uma iluminação dada por sua simbologia, que orienta o viajante a escapar da inércia da dualidade,  quant...

Estudo esotérico.

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Um sol [1] amarelo e perdido numa galáxia qualquer. Um Oriente [2] , que se permite iluminar com a chegada dos primeiros raios solares, a empurrar a escuridão do mundo com seus esplêndidos e fugazes lampejos dourados [3] , atravessando a atmosfera, projetando labaredas ao colidir com as nuvens, fundindo seus tons dourados com o azul celestial; era uma manhã qualquer, na ilha grega de Samos [4] – uma cena épica –, refletida nos olhos dos amantes da sabedoria. Estes, vestidos com batas brancas, contemplavam o arrebol, tocando suaves liras de harmoniosas melodias. Tudo no Universo vibra [5] ; razão pela qual estamos todos conectados. ¡A música é vibração! E essa é a razão que nos faz vibrar a alma. Os pitagóricos sabiam disso; e com suas liras ampliavam o estado vibracional do corpo e da alma, para alcançar um dado estado de redenção espiritual. Tudo no Universo vibra;  razão pela qual estamos todos conectados. Tudo isso somente foi possível, graças àquele o qual fora conhecido por ...