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O Livro dos Mortos e a Justiça Divina.

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O Livro dos Mortos e a Justiça Divina. Por Lúcio José Patrocínio Filho:. No Templo dos mais altos graus daquela discreta Ordem das Ordens milenares, no décimo terceiro grau definitivamente Templário e trigésimo primeiro grau Antigo e Aceito e único grau da sétima classe de Dalchó[1], Tribunal da Ordem, de profunda ritualística iniciática, grau dos graus esotéricos, ao brindar a oportunidade de alcançar uma dada elevação consciencial e espiritual, por sua ligação com os ritos egípcios descritos no Livro dos Mortos, algo como uma recompensa à vontade do Cavaleiro Sagrado, de manter-se no caminho da Lei Universal, o caminho da evolução descrito por Bongard[2], Templo da guematria[3] esotérica dos números nove e dez, em representação ao Triplo Triângulo e à Tetractys[4] dos pitagóricos; nove ou dez Grandes Inspetores Comendadores deveriam estar reunidos para julgar um mal adepto, o qual se auto intitulava juiz, filósofo e desconhecido. Entretanto, dado que ...

A morte do ego.

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A morte do ego. Por Lúcio José Patrocínio Filho:. “O homem busca uma dada elevação espiritual desde quando entendeu que é mortal, mas o temor à morte vem de fora para dentro e é esse exoterismo o que aprisiona a alma, logo, seu contrário libertará.”  Detenha-se um minuto à estudar esta afirmação para perceber suas nuances, seus significados mais ocultos. Não é difícil fazer uma retrospectiva das religiões e logo constatar o apelo ao medo da morte. O “elevar-se” para perpetuar-se além da morte, o “cuidar-se” para retardar seu momento de morte, o “destruir seus inimigos” para evitar a sua morte, e não é necessário citar de quais religiões provêm tais desígnios, que não são mais que o alimento do temor à morte. Há religiões que não se alimentam do medo da morte, seus ensinamentos despertam o eu interior, que flui de dentro para fora de cada indivíduo, em um movimento de libertação da alma, que remove a máscara do mundo, para mostrar a Luz da verdade al...

Filosofando com James Low. O Nada é o Tudo e o Tudo é o Nada.

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Filosofando com James Low. O Nada é o Tudo e o Tudo é o Nada. Por Lúcio José Patrocínio Filho:. A "Canção do Cuco da Presença Total" pertence à tradição da escola Nyingma (os antigos). Esta escola é a primeira a ser organizada no Tibete, desde a fundação do mosteiro de Samye. Este texto foi apanhado por um monge tibetano chamado Bagor Vairochana e enviado à Oddiyana, lugar mítico situado no centro da Índia, pelo rei Trisong Detsen para obter os textos dos ensinamentos Dzogchen e traduzi-los ao Tibetano. Em Oddiyana, Vairochana conheceu o professor Shri Singha, o qual lhe ensinou tanto os sutras como os ensinamentos Dzogchen, estes últimos durante a noite, por causa da proibição imposta pelo rei de Oddiyana de transmitir essas práticas aos tibetanos, por serem consideradas secretas. De regresso ao Tibete, escreve e traduz os ensinamentos Dzogchen ao idioma tibetano e os transmite ao rei e a uns quantos outros escolhidos. O texto dos Seis Versos...

As chaves do pensamento transcendente.

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As chaves do pensamento transcendente. Por Lúcio José Patrocínio Filho:. A Simbologia Os significados dos símbolos permanecem ocultos aos olhos daqueles que não conhecem a semiótica divina. No sentido estritamente etimológico, o termo “teologia”, tem uma relação estreita com o simbolismo, pois θεo [theo] é utilizado para construir as palavras θεóv e θεòς [theon e theos] “D’us pai e deus filho” ou “D’us e deus”; e λογος [logos] significa “estudo”. Portanto, “teologia” significa: “estudo de tudo o que nos conduz a D’us, nos aspectos macrocósmico e microcósmico”, por isso o simbolismo não convém ao racionalismo e os racionalistas não toleram o simbolismo. René Guénon questionou exaustivamente o assunto, afirmando que os racionalistas entenderão os símbolos como algo ...