Filosofando com... Albert Einstein.

Filosofando com... Albert Einstein.

Por Lúcio José Patrocínio Filho:.

No princípio, Deus criou a matéria para distorcer o espaço-tempo.
Antes do princípio só havia espaço-tempo, mas ele estava parado porque não havia matéria, logo, só havia o Nada Absoluto, que era Deus ou seja, Ele era o espaço-tempo sem a matéria.
Deus observa a si mesmo no espelho de Rormá, portanto Deus observa o espaço-tempo sendo distorcido pela matéria. Ele observa o espaço-tempo distorcendo-se.
Biná representa a matéria e é representada como um espelho multifacetado, sendo que cada face deste espelho reflete a Luz de Deus, logo, posso chegar a entender Deus, quando observo a matéria, mas Ele não observa diretamente a matéria, portanto, não interfere em sua criação, senão perderia sentido criar a matéria para observar seus fenômenos de distorção no espaço-tempo.
Meus pensamentos fluem pelos neurônios, por meio da eletricidade do cérebro, portanto o pensamento está próximo da velocidade da luz, logo, quando penso, quase não há distorção do espaço-tempo, e como Deus está somente a observar as distorções do espaço-tempo, é necessário executar um ato físico, um movimento na matéria, para gerar estas distorções para que Ele possa observar o fenômenos que eu provoco no espaço-tempo, logo, minhas ações são agradáveis a Deus.

Albert Einstein




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Referências Bibliográficas:

Knorr de Rosenroth - La Kabbala Desvelada.
Laitman, Michael - Zohar.
Schopenhauer, Arthur - A metafísica do Belo.
Torá.
Zilbergerg, Claude - Elementos De Semiótica Tensiva.
Zohar.


© Lúcio José Patrocínio Filho.

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