¿Quem é você? Ricardo de Souza Oliveira.
¿Quem é você? Ricardo de Souza Oliveira.
By Lúcio José Patrocínio Filho:.
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Ricardo de Souza Oliveira. Ricardo 18+9+3+1+18+4+15=68=14=5 [ה] Letra central de nome ímpar: [a] [א] De Souza 4+5+19+15+21+26+1=91=10=1 [א] [De Souza] oculta a letra [u] do nome ímpar [Souza]. [u]=21=3 Guimel [ג] [Souza] Judeu Sefardi Oliveira 15+12+9+22+5+9+18+1=91=10=1 [א] [Oliveira] Judeu Sefardi 08/09/1975 8+9+1+9+7+5=39=3 Guimel [ג] [Segunda-feira, 8 Setembro, 1975] = [3] Tishrei, 5736. Dia 3 e ano 3. Guimel [ג] Nome divino 68 [חבו] Rabulah. [Conexão com almas que já partiram.] [Perdas do passado podem afetar profundamente o estado anímico. Parentes que se foram, entes queridos. Reforçado pelo nome divino oculto [והו] que invoca elementos do passado.] [Antepassados judeus. A letra Guimel [ג] da data de nascimento revela uma carência, falta algo e esse algo é o estudo da cultura de seus antepassados, provavelmente judeus, pelos sobrenomes ligados aos [cristãos novos]. Quando regido por Alef [א] [חאו] [Devo] [Conexão com vidas passadas ou entes que já se foram, mas deixaram forte energia, que ainda hoje influi nos descendentes.] [A pouca tolerância às adversidades, característica dos regidos pelo nome divino [והו], fortalecido pelas conexões com energias do passado e tendo o nome divino oculto como canalizador atemporal, pode provocar grandes descontroles de todo tipo como econômicos e emocionais.] ¿O que é meu? ¿O que é dos outros, mas interfere em mim, fazendo-me acreditar que é meu? ¿Qual é o meu propósito divino?... ...o MEU propósito divino, não os dos demais. ¿Quem sou eu? ¿Quem fui eu? Nome divino 1 Oculto [והו] Vehuh. [Mais um elemento no seu nome indicando viagem no tempo.] [Muitos cabalistas colocam esse nome divino como símbolo de correção de erros do passado, mas não significam somente erros seus, podem ser erros de antepassados, esses erros passam às seguintes gerações, seja pelo DNA ou por questões históricas da família. É a palavra, passando de boca em boca, viajando pelo tempo.] [Você é uma pessoa que prefere evitar constrangimentos, confusão, interrogatórios. Não tolera sentir-se empacado ou em situação de instabilidade.] [Deve enfatizar a correção de erros anteriores e buscar o retorno ao controle.] [Pode cair facilmente em emoções ligadas ao remorso.] Quando regido por Alef [א] [ואו] [Uau!] Alef [א] é a letra mais poderosa do alfabeto hebraico, porque simboliza o próprio Criador. Vale 1, mas seu valor oculto é 26, o mesmo valor do tetragrama sagrado [יהוה], tal e como já citei em outros estudos, essa letra condensa muitos significados. Está formada por duas Yuds e uma Vav [ו] no meio e inclinada como se estivesse sendo atraída pelas Yuds. Essas formas revelam movimento, mas não como as pás de um ventilador que se movem por imãs intercalando eletricidade, trata-se de um movimento divino, portanto, revela força de vontade para realizar seu propósito divino, e quando isso não é alcançado, devido a outros fatores já citados, presentes em seu nome, provocará frustração, porque você está desperto, iluminado, lúcido, e esse é o maior pesadelo para um iluminado, o de cair nas trevas estando lúcido, porque os caídos não percebem que estão nas trevas, eles ficam lá observando sombras nas paredes, mas os iluminados sabem muito bem quando estão ali e sabem o porquê estão ali. Então sua busca deve ser dosificada, porque você é 3x Alef [א], você quer avançar sem medida, mas você é Guimel [ג], um triângulo equilátero, 3 é seu número e sua busca é por Alef [א]. Sempre que escrevo, tento esquivar das palavras que vão fluindo, penso muitas vezes que talvez possam estar equivocadas, que não são exatamente as palavras que você vai querer ouvir, mas no final acabo descobrindo que eu estava errado, as palavras surgem e são para você. Sua inquietude, a sensação de vazio, de que falta algo, o não estar fazendo o que sua alma canta para você todos os dias, reclamando para que você realize seu propósito divino, seu porquê, é simplesmente porque você precisa dar um fechamento a tudo, desde a idade média até o momento atual. É um retorno às suas origens, descubra quem é você, de onde você veio e você entenderá o que deve buscar de verdade para realizar seu propósito aqui na Terra. Muitos procuram ordens iniciáticas justamente porque sentem que há algo dentro deles gritando por receber algum tipo de luz, a Luz divina; há algo que se move nas entranhas e sobe pelas costelas, como um peixe gigante a comer sua carne por dentro, mas essa sensação não é só sua, há uma legião de almas buscadoras, buscam a verdade. Então o que eu posso dizer é que Alef [א] é para você a sua resposta. Respire fundo e lentamente. Dê tempo ao tempo e permita-se deixar levar por um instante, esqueça o mundo ao seu redor e coloque-se cômodo para interiorizar um pensamento, uma simbologia, um estado elevado de entendimento das coisas de Deus e reflita. Aqui estou eu, submergido em um ambiente nebuloso, de aspecto medieval, teto alto como o de uma catedral, em um Templo escuro e denso, pertencente a algum passado distante. Encontro-me de pé a observar o altar e as cadeiras de madeira ornamentada, dispostas à minha esquerda e direita, sinto um aroma forte de incenso e sua fumaça a nublar mentes e almas. Velas acesas de sete em sete e um antigo e robusto pergaminho enrolado. De pronto giro-me para ver a porta do Templo e percebo a presença de pessoas estranhas, em roupas escuras, chapéus espirituosos, parece que há muito deixaram de existir neste mundo, mas sinto como se eles fizessem parte de mim ou que parte deles está em mim. No lugar da porta do Templo há um enorme espelho, mas nele não me vejo, ofuscado por estas pessoas que estão entre ele e eu. Então cada um desses estranhos conhecidos, olha no fundo dos meus olhos, recita uma despedida e entra no espelho. Palavras duras como: [Este é o seu Templo.] [Seja Guimel, você nasceu Guimel.] [Seu nome oculta o que você deve buscar.] [Busque Alef, Alef, Alef.]. Contudo, sinto que não estão ali para julgar-me, e sim para serem julgados, e por isso clamam por algo. Cada um daqueles espíritos deixa-me palavras, ato seguido entra no espelho, que pouco a pouco vai deixando de ser negro, para voltar a ser reflexivo como um espelho, revelando-me a mim mesmo, permitindo-me ver o meu maior inimigo, agora entendo porque sou Hei [ה], pois sou como um Rei diante do espelho da alma, tentando encontrar algo, mesmo sabendo que este algo está em mim mesmo. Moisés clama aos céus e à terra para que sejam testemunhas de que, se o povo judeu pecar e mostrar ingratidão para com Deus pelos muitos favores maravilhosos que nos concedeu, seremos punidos, ao passo que se permanecermos fieis à Torá e a Deus, receberemos as maiores bênçãos. Mesmo que o povo judeu se disperse, Deus garante nossa sobrevivência e redenção ao final. Deus ordena a Moisés que suba ao Monte Nebo, de onde terá uma vista da Terra de Israel e então morrerá. Encontramos em Sifri, livro sobre a Torá, que Moisés era "próximo ao céu" e "distante da terra", razão pela qual ele iniciou a leitura [Haazínu] declarando: [Escute céu e escute terra]. Ao dirigir-se aos céus, Moisés usou uma expressão que denota proximidade [Haazínu], ao passo que para a terra, usou uma expressão que indica distância [vetishmá], pois ele estava "próximo ao céu e distante da terra". Portanto, há uma busca por algo elevado e o [não encontrar respostas], provoca frustração, mas tendo saciado sua sede pela revelação Divina, um indivíduo pode chegar a perceber que a essência de Deus é mais prontamente atingida, quando se transforma o mundo numa morada para Ele. Você então, vai sentir-se [mais próximo da terra e distante do céu] – tornando-se consciente de que nada pode alcançar maior grandeza do que ser um ser que se torna recipiente para a Essência de Deus, e isto é conseguido ao realizar o apaixonado desejo de Deus, que é o de ter uma morada para Sua Essência no mundo dos fenômenos. Nesse sentido, Alef [א] também é uma revelação, pois possui uma Yud [י] acima e outra abaixo, indicando a [Haazínu] e a [vetishmá], um símbolo de conexão espiritual, mas com solidez material. É não dar um passo muito largo para não perder seu equilíbrio, o passo com os pés de Guimel [ג], e não estender muito as mãos para colher aquela maçã que está nos galhos inalcançáveis da macieira para não acabar caindo do alto. Ricardo de Souza Oliveira, essa passagem foi repetida inúmeras vezes no dia em que você nasceu, segunda-feira, 8 Setembro, 1975 ou o que é o mesmo em hebraico, 3 de Tishrei de 5736. Coincidência ou não, remete ao significado da sua letra Guimel [ג], que está contida no seu sobrenome [de Souza] e duplamente na data de seu nascimento, mas se você resta os valores 1 dos dois sobrenomes, [1 do de Souza] e [1 do Oliveira] no seu [5 de Ricardo], também encontrará o 3 que estou tentando mostrar. É como se seu passado estivesse tentando revelar-lhe um segredo, porque você tem uma letra que simboliza o temor a Deus, o culto da fé, porque Guimel [ג] é riqueza com amor, perceba que sua forma é como uma perna corre para fazer fortuna e suas mãos estão juntas ao céu, mostrando seus tesouros como se fosse uma recompensa que será utilizada para retificar. Estude o alfabeto hebraico e principalmente as letras que citei, pertencentes ao seu nome. Guimel [ג] revela profundos significados, assim como todas as demais letras, mas coloque a atenção nessa letra em especial para perceber que ela lembra uma pessoa em posição de oração, com as mãos ao alto. Essas mãos não estão vazias, estão mostrando um tesouro, esse tesouro são seus dons. Todos temos dons que nos foram concedidos para que possamos utilizá-los na realização da Grande Obra. Pesquise por essa expressão [Grade Obra]. Guimel [ג] mostra seus dons a Deus, mas acima de tudo está revelando um segredo, o de que devemos honrar a Deus com nossos dons, utilizando esses dons para realizar nosso propósito divino. [Honrar a Deus com perfeição é tornar nossa alma à sua imagem e semelhança], segundo essa máxima pitagórica, a honra que se presta Àquele que nada necessita, consiste em receber os dons concedidos por Ele, pois não se honra a Deus pedindo-Lhe coisas, dando-Lhe coisas ou dando Lhe palavras de agradecimento, mas sim tornando-se digno de receber tais dons. Todo ato perfectivo deve ser ofertado a Deus, não na forma de agradecimento, mas na aceitação do dom merecido e fazendo bom uso dele; este é o verdadeiro culto pitagórico. É a intencionalidade da oferta o que será valorado, pois a piedade é agradável a Deus, incluindo aqui a piedade consigo mesmo. |
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| © Lúcio José Patrocínio Filho. |

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