A Teoria da relatividade no ato de dar cartas.
A Teoria da relatividade no ato de dar cartas.
Por Lúcio José Patrocínio Filho:.
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Sobre probabilidade, penso que a forma correta de dar cartas deva ser de forma aleatória entre o maço de cartas, em vez de subindo ou descendo, tal e como ocorre de costume nos jogos de cartas. Quando embaralho, se sigo uma sequência na distribuição das cartas, seja subindo ou descendo, o destino já está traçado, porque não há formas de "torcer para que saia aquela carta desejada", dado que a sequência já está definida desde o embaralhamento. Se a coleta da carta é aleatória ou seja, o croupier sempre vai pegar uma carta entre todas no meio do baralho, a mentalização de todos os presentes, passa a exercer influência no resultado, pois essas energias emanadas dos pensamentos entre todos ao redor do jogo, vão participar nessa quarta dimensão do universo, conhecida por "tempo". Tenho então o espaço-tempo, abarcado pelo embaralhamento inicial, e tenho a influência gravitacional no exato momento em que será decidida a próxima carta a ser retirada do baralho, com a influência de todas as energias presentes, criando um dado momentum. Portanto, o ato de dar cartas deve ser aleatório, pegando entre as cartas do maço embaralhado. Ainda que seja um ato aleatório, não exclui a necessidade do embaralhamento inicial, pois com 52 cartas temos um fatorial de 8.06581752e67 possibilidades de embaralhamento, que unidas com a aleatoriedade da coleta de cartas, torna praticamente infinito, o ato de dar as cartas. |
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| © Lúcio José Patrocínio Filho. |

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