Filosofando com... Planck.

Filosofando com... Planck.

Por Lúcio José Patrocínio Filho:.

Eu gosto de imaginar.
Gosto de pensar que estou viajando pelo universo, presenciando seus fenômenos e imaginando o que poderia estar ocorrendo. Penso que todo cientista deveria ter essa mesma mente imaginativa, principalmente os físicos teóricos, os que estão dedicando suas vidas para desvendar os segredos da criação divina. De fato é sabido que os mais notáveis como Einstein, Planck e todos os gênios do presente e do passado têm e tinham essa mente imaginativa. 
Então você, sendo ou não cientista, deixe-se levar por sua imaginação para que juntos possamos criar o novo e assim sejamos capazes de materializar uma realidade cada vez melhor para a humanidade.
Os astrofísicos afirmam que o universo observável tem um raio de ~13 bi ly, mas devido à relatividade, o raio real é superior a 46 bi ly, e por suas observações sobre o comprimento de ondas dessa luz que vem das estrelas que estão nos confins do universo, um fenômeno de aceleração parece estar ocorrendo por lá, essas estrelas estariam movendo-se para fora do universo à velocidades próximas à da luz e acelerando. 
Os físicos teóricos postularam quatro forças e Einstein passou o resto de sua vida tentando unificar essas forças, alegando que D’us não joga dados. Hoje buscam outras respostas e para isso postularam a possibilidade da existência de outras forças para explicar fenômenos que ainda não somos capazes de explicar. Daí a energia escura de Einstein e a materia escura de Fritz, apesar de que eu, como bom cabalista que sou, gosto de imaginar que há 10 forças universais, portanto muito ainda por descobrir. 
Há uma força de dimensões divinas, algo como se o universo estivesse entre as mãos do Criador e quanto mais próximo a ele, mais rápido tudo regressa a ele.
Permita-se viajar pelo universo para perceber que as estrelas têm um tempo de existência. Elas vêm e vão em intervalos de tempo variáveis, dependendo do seu tamanho e composição. Há estrelas que em teoria podem durar trilhões de anos, com o qual não haveria razão para não ver o que há além do universo observável, sem embargo tudo o que vemos é um vazio absoluto, um fenômeno que reforça a teoria de que tudo o que há por lá estaria afastando-se de nós à velocidade da luz, tal e como no exemplo de Carl Sagan, no qual veríamos avermelhado um objeto que se afasta de nós, imagine à velocidade da luz, deixaríamos de vê-lo, pois sabemos que a matéria se expandiria ao infinito se alcançasse tal velocidade. 
Nosso universo é energia, uma centelha divina, que se expande para completar um ciclo de existência.
Mas ¿qual é o porquê de tudo isso? ¿Para quê tudo isso? se no final o resultado é regressar ao Nada absoluto, que é o Tudo, que é D’us.
Um fóton não conhece o tempo, porque para ele o tempo é inexistente. Para um fóton, que sai de uma estrela nos confins do universo e entra no olho de um astrônomo que a observa por um telescópio, não passou tempo algum, para esse fóton é como se toda sua viagem pelo universo tivesse sido instantânea, mas foram bilhões de anos para nós. Há algo que se nos escapa, algo que vai além da relatividade geral e que pode dar respostas ainda inimagináveis, porque sequer formulamos perguntas para elas. 
Então coloque-se a imaginar, coloque-se a viajar pelo universo.


Físicos


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© Lúcio José Patrocínio Filho.

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