¿Quem é você? Ubirajara Alencar.

¿Quem é você? Ubirajara Alencar.

Por Lúcio José Patrocínio Filho:.

Ubirajara Alencar Avelino Neto 

Ubirajara
[a] [1] Alef
21+2+9+18+1+10+1+18+1=81=9 Tet

Alencar
[n] [14=5] Hei
1+12+5+14+3+1+18=54=9 Tet

Avelino
L=12=3 Gimel
1+22+5+12+9+14+15=78=15=6 Vav

Neto
14+5+20+15=54=9 Tet

Nome divino Oculto
והו
Veoh

Nome divino Revelado 
הזי
Razael (Rá+Zá+El)

Nome divino oculto, regido por Alef como letra central do nome Ubirajara
ואו [¡Uau!]  

Nome divino revelado, regido por Alef como letra central do nome Ubirajara
האי [A ilha] [Ay] 

Coloque-se cômodo, em um tranquilo cômodo, e permita que seu corpo esteja completamente cômodo com o ambiente, com seus sons, seu espaço e seu silêncio. Silencie tudo e todos os que estão ao seu redor, incluídos os vivos e os mortos, os que estão, os que já foram e os que estejam por vir. Permita-se alcançar um lugar especial dentro de você, ao mesmo tempo em que percebe tudo o que está ao seu redor. Permita-se esquecer o mundo exterior e centre seus pensamentos em algum lugar de sua mente, distante do mundo dos homens, mais alto que as nuvens, além do azul celestial. Permita-se perceber que seu planeta respira, em uma viagem pelo Universo. Visualize as estrelas de nossa galáxia e permita que sua mente continue afastando-se da Terra, até que seu sol e os sóis próximos a ele, convertam-se em um único ponto na imensidão. Continue sua viagem, livre, e perceba a poeira de sóis do braço de Orion e a impressionante quantidade de estrelas que dão forma à Via Láctea, somos todos parte desta consciência cósmica. Deixe-se ir, sem pensar em ninguém e em nada, até que sua galáxia converta-se em um ponto na imensidão do universo, permitindo-lhe ver infinitos pontos, poeira de galáxias eternas. Permita-se afirmar: “Sou o espaço e o tempo. Há um mundo que me distorce, para que eu empurre o universo, em um ciclo que ocorre no macro e no microcosmo, fazendo surgir novos mundos e desaparecendo com os velhos. Há um cordão dourado e oxidado, conectando erroneamente minha alma. Desconecto-me das coisas do passado. Permito-me aceitar o Tudo, para entender e aceitar o porquê não sou Nada. Então serei Ele e poderei finalmente ter o controle da minha história, sem remorsos, confusão, vergonha, dúvidas, instabilidade e sem qualquer cordão enferrujado que me conecte com mazelas do passado. ¡Estou livre! Livre para regressar, livre para permitir-me ir, porque Deus criou os mundos para que provoquem distorções Nele, para que assim Ele possa empurrar-nos com sua omnipresença.” 
Ele espera de nós a ação. Essa é a razão de sua não interferência em sua criação, pois Ele somente está a observar nossas ações através da forma com que distorcemos o espaço-tempo ou seja, ao mover a matéria, somos agradáveis a Deus e Ele retorna isso em forma de energia. Tudo isso eu retirei desde dentro de você. Fechei meus olhos e permiti minha mente entrar na sua, conectando-me com seus cabos, enferrujados, para perceber que você estava atado e a quê você estava atado. Você é Alef [א] como verdade oculta. Essa letra é o selo da Criação divina e indica a necessidade de busca desenfreada por respostas elevadas, respostas que não podem ser dadas por palavras desse mundo e por isso provoca uma escapada a outros mundos, em uma busca, percorrendo sendeiros, sem deixar para trás as migalhas necessárias para poder encontrar o caminho de volta e isso provoca profunda solidão. Essa é a tragédia dos que estão conectados ao nome divino Veoh [והו], que vale [6+5+6=17=8] [¡Oh!], desde sua letra central de seu nome ímpar [a], porque “Ubir[a]jara” é ímpar, e por isso seu nome divino oculto está na letra central [a], que regido por Alef [א], que tem valor 1, torna possível encontrar a palavra Verôh [ואו], que significa “uma expressão de espanto” ou “¡Uau!”. 
Alef [א] exerce uma força cinética nas pessoas com nome “Ubirajara” e isso é devido a sua letra central “a”. Essa letra hebraica também significa leão [Arieh] [אַריֵה] e está formada por três letras, Yud+Vav+Yud [יוי], que vale [10+6+10=26], o mesmo valor do tetragrama sagrado [יהוה], que vale [10+5+6+5=26], que é o nome de Deus. Observe bem as formas dessa letra, para perceber que as duas Yuds estão colocando a Vav [ו] em movimento, atraindo em sentido anti-horário, isso mesmo, anti-horário, porque Yud [י], como primeira letra do nome de Deus é uma letra que emana Luz e por isso atrai a Criação, razão pela qual o universo se expande [uma percepção simbólica e esotérica], pois regressa para as mãos do Criador. Vav [ו] tem valor 6, a mesma quantidade de dias que Ele utilizou para criar o mundo, segundo o Gênesis ou seja, que em Alef [א] vemos as Yuds como as mãos do Criador –como figura completa, quando temos o Adam Kadmon como o homem e a mulher ainda indiferenciados, portanto duas mãos em cada Yud [י], sendo a Yud [י] esquerda as mãos femininas e a Yud [י] direita as mãos masculinas–, criando o mundo, por essa razão a Vav [ו] está girando em sentido anti-horário, suas extremidades estão sendo atraídas pelas mãos de Deus. Os “Ubirajara” são pessoas que estão em constante movimento, e se por alguma razão não se movem, rapidamente acumulam uma quantidade extraordinária de energia e se não sabem como lidar com ela, pode resultar em alguma consequência desastrosa.
Nosso mundo físico pode ser representado pela letra Bet [ב] [valor 2 e símbolo da dualidade]. O plano da Bet [ב] é definido pela possibilidade do mal e da morte, enquanto que na perfeição do mundo da Alef [א], não há mal ou bem, porque não há possibilidades morais, assim como também não há tempo, portanto, o passado, o presente e o futuro, não existem no plano da Alef [א], ali tudo é indiferenciado, porque tudo está ligado à totalidade em sua raiz e porque no plano da Alef [א] existe apenas a eternidade, que é realmente a única coisa que existe. Toda existência temporal constitui uma inexistência em relação à eternidade de Ein Sof.
Se eventualmente pudéssemos controlar as variáveis de tempo e espaço, entenderíamos melhor nossa relação com o mundo da Alef [א]. O esotérico intui o mundo da Alef [א], porque consegue "unificar" as partes fragmentadas do mundo da Bet [ב]. Agora, apesar da quantidade máxima de unificações que alcançamos no mundo da Bet [ב], sempre nos encontraremos neste universo. Devemos estar cientes de que, no plano da fragmentação existente neste universo Bet [ב], apesar do esforço máximo de unificação, sempre viveremos no processo de constante unificação, portanto, nunca conseguiremos alcançar a unificação completa.
Tudo isso eu lhe digo para que você entenda o poder da palavra. O nome não é mais que uma palavra para indicar quem você é. Queira ou não queira será ela quem lhe defina. Você escutará essa palavra durante toda a sua vida e isso certamente vai forjar quem você é, mesmo que muitas vezes você seja chamado por apelidos como [Baja] e é interessante também ver que esse apelido tem duas letras [a] e seu valor é 5, exatamente o valor de Hei [ה] sua letra central de seu nome divino oculto [והו]. Você é regido pela Alef [א] e por isso vive nos dois mundos simultaneamente. Por um lado você é consciente de que é um fragmento do mundo da fragmentação [mundo da Bet [ב]], mas por outro lado sabe que é um fragmento substancialmente derivado do mundo da unidade (mundo da Alef [א]).
Todo o mundo da Bet [ב] está contido no mundo da Alef [א]. Por esse motivo podemos distinguir duas letras Yud [י] na letra Alef [א], divididas por uma letra Vav no meio, o que significa que dentro da Alef [א] está o mundo da Bet [ב]. Se o mundo da Alef [א] representa o mundo da unidade, também podemos vislumbrar dentro deste essa dualidade. Alguns cabalistas sustentam que na Alef [א], a superior Yud [י] representa o mundo real da unidade, e a Yud [י] inferior representa o mundo da dualidade e que se encontram nas duas letras Hei [ה] do tetragrama. A letra Yud [י] vale 10 e a Hei [ה] vale cinco, o que leva ao entendimento de que a Yud [י] inferior divide-se nas duas Hei [ה] do tetragrama. Por outro lado, a Yud [י] superior, como unidade, representa as dez dimensões [sefirot] do mundo de Atzilut, que finalmente se tornam realidade nos três universos inferiores. Portanto, a inferior Yud [י] representa também as dez dimensões inferiores, que se tornam realidade material dentro do vazio. 
Explico-lhe tudo isso para comprovar esotericamente o poder simbólico da Alef [א] e o quanto lhe afeta e afetará em sua vida, pelo simples fato de você ter a letra [a] no meio do nome Ubir[a]jara. Essa é a revelação do que lhe está oculto, a revelação de que seu poder reside em suas ações, portanto seja lá o que for que você decida fazer em sua vida, sempre provocará grandes transformações, para bem ou para mal.
Não é somente você, mas todo mundo, todos queremos saber o que há e se há algo depois da morte física. Em termos de consciência divina, a morte como a conhecemos não existe. O que chamamos de "morte" é a transição de um tipo de consciência divina no mundo da Bet [ב] para um universo de consciência no mundo da Alef [א]. São dois tipos diferentes de consciências. A energia individual faz sua consciência persistir em outros níveis além da matéria.
Como fragmentos que somos, possuímos partes fragmentadas de Sua consciência e, como tal, deixamos de perceber a consciência divina de Alef [א]. Por esse motivo, não alcançamos a verdade do plano da Alef [א], mas sim as perspectivas da verdade [Daat] no plano da Bet [ב].
Fomos criados para a consciência divina de Ein Sof no campo da temporalidade e, por sua vez, a reconhecemos como nossa própria consciência no campo da eternidade. Como fragmentos, temos uma consciência fragmentada, que é real no mundo das fragmentações manifestadas, mas que é uma ilusão na consciência real no plano da Alef [א].
Além de Keter está Ein Sof e não há como entender o que há ali. O único que nos resta é cair de joelhos e adorar sua infinita grandeza porque se Deus fosse representado por uma esfera, sua circunferência seria uma reta.
Portanto, a existência existe para declarar a existência da eternidade de Ein Sof, porque a existência não tem existência própria, mas é derivada do infinito divino. Agimos como espelhos de Deus, uma vez que todas as manifestações de Deus [Ein Sof] constituem fragmentos da Divindade, que somos nós. Como fragmento do Todo, preocupe-se em como você dá forma à matéria, porque é isso o que realmente importa e é agradável a Ele.
Ao aceitar nossa própria temporalidade e finitude, devemos reconhecer que há necessariamente uma eternidade e infinito além de nossa existência fragmentária. A morte física é, em essência, a transformação de um tipo de energia que contém certas informações que não podem desaparecer. Desaparecemos como fragmentos no mundo da fragmentação, mas continuamos a participar como informação no sistema eterno e geral de Ein Sof, porque, na realidade, cada um dos fragmentos [nós] é como os "neurônios de Deus" no campo da temporalidade existencial. E embora o Ein Sof não precisasse criar nosso mundo –afinal porque criaria algo, aquele que nada necessita–, Ele nos criou por algum motivo que não conhecemos. 
Quando busco seu nome divino revelado, e quando digo revelado, quero dizer o contrário de oculto, pelo entendimento de que as pessoas que possuem número ímpar de letras, ocultam seu real nome divino, que como mostrei anteriormente, trata-se do nome divino encontrado no valor da sua letra central que no caso de Ubirajara é a letra [a] de valor 1, portanto, Veoh [והו], seu nome divino revelado, que é encontrado no valor de todas as letras do seu nome é o nono, pois Ubirajara é [21+2+9+18+1+10+1+18+1=81=9]. Temos então, Razael [הזי] [Rá+El]. Certamente é possível investigar as conexões desse nome divino com o seu e encontrarei muitas respostas, mas quero deixar claro que o mais importante está em seu nome divino oculto e tudo o que lhe expliquei anteriormente. 
Os conflitos internos que a letra Zayin [ז] provoca naqueles que se desviaram do caminho são terríveis e trazem consequências a você e a todos ao seu redor, porque Zayin [ז] é uma espada de grande significação para os coisas do bem, mas terrível para aqueles que visitaram as trevas. Mas Hei [ה] está à sua direita para forçar o equilíbrio com a ajuda de Deus, representado por Yud [י] à sua esquerda. A esquerda é usualmente ligada às coisas das trevas no esoterismo, por muitas razões que não quero adentrar aqui nesse texto que já está muito longo, mas o certo é que Deus está a seu lado, ainda que você possa estar na escuridão absoluta e isso não é uma afirmação frívola de um crente, mas uma representação real pela presença da letra Yud [י] no seu lado esquerdo, e ainda que não esteja no seu nome oculto, mas sim no revelado, parece que você busca algo mas não encontra, porque nossa busca sempre é pela verdade de Deus, mas sua busca é pelo oculto e isso leva a entender que sendo regido por Alef [א], –e que eu tenho a sorte de saber quem você é–, sua luta interna deve ser terminada, acabada, em outras palavras, deixe de buscar por aí. Equilibre-se, tal e como está indicado pela Hei [ה] que vale 5 e que está no centro do seu nome divino oculto, e por se fosse pouco, há duas Vav [ו], uma de cada lado, para representar sua condição de iniciado como buscador da Luz, entre duas colunas, como se de um Templo de Salomão se tratasse. É colocar Alef [א] no centro do seu nome divino revelado, com o qual encontramos o significado [a ilha] [האי]. 
Há um lugar somente seu, um lugar isolado, seu passado está cheio de buscas que lhe conduziram a esse lugar, mas jogando com suas letras, seus números e seus nomes divinos, fica claro que você deve abandoná-lo.
¿E você, quem é?

Círculo de letras


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Referências Bibliográficas:

Cordeiro, Frederico - Fazendo Teshuvá.
Knorr de Rosenroth - La Kabbala Desvelada.
Laitman, Michael - Zohar.
Messod and Roger, Sabbah - Secrets of the Exodus.
Os 72 Nomes de Deus - Shem ha Meforash.
Peradejordi, Julio - Los refranes esotericos del Quijote.
Regardie, Israel - Um jardim de romãs.
Saban, Mario - El misterio de la creación y el marco de la vida en el misticismo judío.
Torá.
Zohar.


© Lúcio José Patrocínio Filho

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