¿Quem é você? Pedro Henrique.
¿Quem é você? Pedro Henrique.
Por Lúcio José Patrocínio Filho:.
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Pedro Henrique Patrocínio Avelino.
Pedro
4 Dalet
16+5+4+18+15=58=13=4 Dalet
Henrique
8+5+14+18+9+17+21+5=97=16=7 Zayin
Patrocínio
16+1+20+18+15+3+9+14+9+15=120=3 Gimel
Avelino
L=12=3 Gimel
1+22+5+12+9+14+15=78=15=6 Vav
Seu nome divino
עלמ
70+30+40=140=5 Hei
עדמ
70+4+40=114=6 Vav
Sua letra central de nome ímpar.
Uma testemunha de
בלש
2+30+300=332=8 Chet
Triângulo de seu nome divino com seu nome ímpar, posicionado em
Lamed.
um investigador.
חדה
8+4+5=17=8 Chet
Triângulo de seu nome divino posicionado em Dalet
Afiado.
O pensamento é um trabalho organizativo da mente. É organizar uma
quantidade extraordinária de centelhas, que se mantêm vivas,
vibrando em um emaranhado de conexões neurais. Cada centelha pode
ser associada a todas as demais para produzir soluções que
contribuam à manutenção da vida. Sim, nossa mente é uma ferramenta
de sobrevivência e ela não medirá esforços para manter você neste
mundo.
Assim como a Torá é um manual de sobrevivência milenar, nossa
mente também faz o mesmo, e para isso consome uma enorme
quantidade de energia, forjando nosso corpo para criar uma conexão
direta do coração ao cérebro, para que este seja atendido
primeiro, dando-lhe todos os recursos, tanto nutrientes, quanto
oxigênio recém coletado pelos pulmões.
A Torá é um emaranhado de conexões entre letras, palavras e
frases. Ela é um códice, um tesouro e fonte de eterna revelação. É
ela que nos revela o belo, assim como é ela que nos permite
visualizar nossos horrores internos, como se estivéssemos
olhando-nos no espelho.
O nome [Pedro] tem dupla afirmação de seu valor 4, tanto pela
soma de todas as suas letras, quanto por sua letra central, por
tratar-se de um nome com número ímpar de letras. Tem-se então a
letra “d” que vale 4 e o nome Pedro, que vale
16+5+4+18+15=58=13=4.
Seu nome divino é [עלמ] Alam, [Ayin, Lamed, Mem] [70+30+40=140=5],
assim podemos extrair conhecimento de suas letras para aportar
algo de luz sobre as coisas que lhe realmente
importam.
Lamed [ל], como letra central em seu nome divino, revela seu
compromisso com a verdade, ainda que isso possa trazer-lhe grandes
prejuízos pessoais. O caminho é tortuoso, razão pela qual, Pedro
deve atuar como um equilibrista, que utiliza todos os sentidos
para manter-se ali, não importa quão tortuoso possa-lhe apresentar
o sendeiro. Pedro, que se agarra na verdade e mantém sua posição,
ignora completamente as adversidades, que como uma ventania do
deserto, tentam sua vontade de alcançar a Israel celestial, aquele
lugar tão desejado e buscado por ele, porque sua meta é alcançar a
terra prometida. Será com sua sinceridade, autenticidade e um
poder interno inesgotável – pois como tem Mem [מ] como letra do
lado esquerdo, possui o poder da geração, o poder materno de
gestação, um poder primordial como criador, o poder do amor de mãe
–, que conseguirá perseverar em seu propósito, sendo que o único
que pode fazer-lhe cair será se desconecta seu ser de sua verdade
divina.
Não será suficiente somente o equilíbrio, seus cinco sentidos
neste sendeiro não valem, seu conhecimento é útil mas
insuficiente, falta-lhe algo mais, algo que ele tem, mas não sabe
como utilizá-lo. Algo herdado, pois ele não poderia ser Alamiah
[Al+Ah] [Alá, Deus dos islâmicos], se lhe faltasse o conhecimento
necessário para seguir pelo sendeiro tortuoso de Lamed [ל]. Esse
algo espiritual deve ser-lhe revelado por si mesmo para que todo
seu potencial seja empregado em seu propósito divino. Pedro, você
tem um Deus oculto e por isso você é grande, tamanho é seu poder
divino. Você é Metatron, o qual tem a energia do sol armazenada só
para você, mas também tem Marte, que uma vez libertado,
converter-se-á em um guerreiro invencível, tamanho é seu poder.
Mostre-se a si mesmo!
O trabalho em Lamed [ל] é árduo e sempre é mais fácil convencer a
outros sobre o que devem fazer para avançar em seus próprios
caminhos. Não é por menos que famosa é a afirmação “faça o que
falo, mas não faça o que faço”. Quem tenha a um Alamiah por perto,
bem aconselhado está, mas como Pedro é duplamente 4, torna-se uma
pessoa extremamente carismática, fácil de ser amada e incluso
adorada, o que pode ser utilizado como ferramenta de conquistas
materiais. Tal e como já alcançamos o entendimento, seu caminho é
tortuoso, podemos então perceber que se esse é o uso dado para seu
poder, pode trazer grandes conquistas materiais, mas seu trabalho
do interno deve estar muito bem resolvido para que isso não lhe
converta em um desgraçado.
Pedro é testemunha de grandes realizações levadas a cabo por
personalidades importantes no meio em que vive, porque ele é
sempre solicitado, como uma arma branca, cortante, sempre afiada.
Ele é a serpente de Lamed [ל], letra hebraica que é uma adaptação
do hieróglifo egípcio Uraeus, a serpente que decora a cabeça do
Faraó, então a língua é sua arma, a qual usa em prol das pessoas
que lhe importam. Isso é assim porque está revelado em seu duplo
4, pois ao reposicionar o triângulo de Alamiah no círculo de
letras hebraicas, de Lamed [ל] a Dalet [ד], revelado está seu
poder oculto, sua língua afiada pois encontramos a palavra
“afiado” [חדה], revelação que está apoiada por Lamed
[ל].
Como o nome divino de Pedro revela o conhecimento sobre as coisas
que a outros estão ocultas ou imperceptíveis, você é capaz de
revelar-lhes o que a eles está oculto, proporcionando-lhes uma
melhor experiência de vida. Esse é o seu trabalho como
representante dos anjos na Terra e ao fazê-lo, você entra em
consonância com seus bens mais elevados, alimentando seu espírito
e ganhando a tranquilidade da alma. Relembrando a visita de Moisés
ao Faraó: “ao que lhe interesse carregar uma vara, a carrega por
não ser capaz de desfazer-se de suas serpentes”. Aqueles que
possuem Lamed [ל] como centro de suas vidas, e o nome divino de
Pedro confirma duplamente que esse é o seu eixo central que o
rege, não podem dar-se o luxo de guardar suas palavras para si
mesmos, pois a omissão da palavra, converter-se-á em veneno.
Seu Eu Superior é misterioso e essencial para construir um mundo
melhor aqui na Terra, porque como 4, seu poder retificador
abrandará os corações dos maus, apagando falsas centelhas da
escuridão e ascendendo a verdadeira luz que cada um tem dentro de
si mesmo. E como você tem o 7 do nome “Henrique”, você é como a
agulha de uma bússola, a agulha de Zayin [ז], que como uma flecha
com ponta dourada, mostra o caminho dos bons, um caminho
retificado.
Seu poder é sutil e desprovido de egoísmo, como o reflexo da luz
em uma superfície dourada em alguma dimensão celestial, pois
possui Ayin [ע] em seu nome divino. Essa luz revela a verdade de
todos os que se aproximam de você e por isso, como Alamiah, você é
aquele que sabe remover as máscaras, apontando os traidores e
delatando aqueles que se acercam com objetivos espúrios, porque vê
com olhos de águia, olhos elevados, e fala com a boca de Ayin [ע],
munida da língua de serpente de Lamed [ל].
Ayin [ע] defendeu o direito de ser a primeira letra da criação do
mundo, alegando sua conexão com os significados de “anavah”
[עֲנָוָה], a humildade e a modéstia, mas principalmente porque a
humildade também encontra significado no “grão de trigo”, aquele
que é diminuto e deve morrer, quando faz sua viagem ao interior da
terra para retificar-se e assim poder revelar sua pedra filosofal.
Como um humilde e diminuto grão de trigo, deve morrer na escuridão
mais profunda, como um insignificante, para logo ressuscitar desde
a máxima humildade e assim produzir o trigo tão
esperado.
Sua dupla relação com o 4 relembra que o próprio 4 é um número
duplo [2x2] [2+2], que é a letra Dalet [ד] e que por si só tem um
duplo sentido místico de fertilidade e esterilidade. Pedro tem uma
estreita relação com essas forças antagônicas, provavelmente uma
luta interna, algo que o torna dual, ora muito caridoso em Chesed,
ora muito severo em Geburah. Esse conflito pode ser facilmente
superado, quando ele se coloca na posição de um Mestre de
Cerimonial, aquele que rege a orquestra como um maestro, aquele
que comanda uma cerimônia, aquele que, quando tem a palavra,
cativa e enfeitiça os corações dos desavisados.
Pedro alcançará a perfeição, quando ambos lados de seu nome
divino estiverem atendidos, tanto Ayin [ע], enquanto humildade,
quanto Mem [מ], enquanto gestação. Mem [מ] é o abutre, a deusa Mut e
esposa de Amon, além de significar “boca”, do egípcio “M” de Mouth
[inglês: boca]. Difícil não conectar esse entendimento com um
casamento, porque Ayin [ע] revela sua solidão ou sentimento de
vazio, como algo que deve ser preenchido. Revela ainda, pelos
olhos de Ayin [ע], que ele está buscando, pois Ayin [ע] significa
olho, aquele que vê, com 2 olhos, pois se observamos a forma da
letra, veremos dois olhos superiores, o que denota visão elevada
dos mundos de abaixo, portanto, Pedro utiliza sua arma da
linguagem, falando olho no olho.
Ayin [ע] é a simplificação do hieróglifo egípcio, que simboliza a
Ptah de joelhos segurando seu cetro Uaz, o cetro dos deuses. Tal e
como Ptah, o senhor da magia e deus primordial do mundo criativo e
criador da mitologia egípcia, Pedro também sabe contar suas
histórias, e com seu cetro, Lamed [ל], sabe evitar “o mal olhado”
[Ayin Ha’Rá].
Sod [סוֹד] [segredo] está relacionado com Ayin [ע] por ter valor
70, o mesmo valor para vinho [יין] [lain], indicando que Ayin [ע] está
presente no quarto nome divino para revelar que o conteúdo
esotérico dos Alamiah é como um vinho, por isso somente falta-lhes
a outra letra em contraposição, a taça ou dito de uma maneira mais
brasileira, a tampa para a sua panela, que no caso de Pedro é Mem
[מ], representando uma mulher em gestação.
Ayin [ע] também é uma alusão ao nome do faraó oculto do Egito,
Ay. Jeperjeperura Ay foi um sumo sacerdote, que agiu nos
bastidores do poder até ser convertido em Faraó, depois de
Tutancâmon, considerado progenitor de Nefertiti, o que poderia ser
entendido que a letra Ayin [ע] provê a luz necessária para que os
Alamiah prosperem na vida e alcancem posições elevadas na
hierarquia do poder.
¿E você, quem é?
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| © Lúcio José Patrocínio Filho |

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